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quarta-feira, 7 de novembro de 2007


A Água é o recurso mais precioso do nosso Planeta!


Sem ela não existe Vida!

Sabias que?...


Mais de mil milhões de pessoas ainda não têm acesso a água potável.

400 MILHÕES DE CRIANÇAS ESTÃO PRIVADAS DE ÁGUA POTÁVEL.

Curiosidades sobre a Água

100 Anos antes de Cristo, um homem consumia 12 litros de água por dia para satisfazer as suas necessidades. O homem romano aumentou esse consumo para 20 litros diários e no século XIX, o homem passou a consumir 40 litros nas cidades pequenas e 60 litros/dia nas cidades grandes. Já no século XX, o homem moderno chega a consumir 800 litros de água por dia para atender às suas necessidades... chega a gastar 50 litros de água somente em um rápido duche de 3 minutos!





Cerca de 75% da água que gastamos em nossas casas é gasta na casa de banho.




Uma torneira a pingar, mesmo que o pingo seja mínimo, pode desperdiçar mais de 190 litros de água por dia.


Uma torneira a correr gasta, provavelmente, mais água do que pode imaginar: entre 11 e 19 litros de água pelo cano abaixo, por minuto.









Quando perdemos 1 litro de água: temos sede.
Quando perdemos 2 litros de água: temos sede, fadiga.
Quando perdemos 3 ou mais litros de água: ocorre desidratação e risco de vida.


A Àgua Destilada não deve ser ingerida, porque como não contém sais minerais vai dissolver os sais do organismo, sendo por isso prejudicial à saúde.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

A Química da Chuva




Chuva Ácida



A chuva ácida é um dos problemas do mundo industrializado

Podem ser causadas por processos naturais (por exemplo, erupções vulcânicas).


Mas os principais causadores das chuvas ácidas são óxidos de enxofre e de azoto de origem antropogénica.

Também os óxidos de azoto, emitidos por veículos motorizados, fábricas de ácido nítrico e fertilizantes... são poluentes atmosféricos que dão origem a chuvas ácidas.








Os efeitos das chuvas ácidas podem ser nefastos:






Dissolvem mármores e materiais calcários;


Atacam estruturas metálicas por oxidação;

Baixam o pH dos lagos e rios, modificando os ecosistemas;


Destroem florestas...




A chuva ácida pode combinar-se com a matéria particulada ácida depositada nos edifícios, monumentos, árvores, estruturas metálicas... Estas partículas ainda vão tornar a chuva ácida mais ácida.

A chuva ácida pode contaminar o solo, as plantações, os rios e os lagos, que levam as substâncias venenosas trazidas da atmosfera até locais muito distantes de seu ponto de precipitação.


A chuva é considerada ácida quando seu PH (índice que indica a acidez de uma solução) é menor que 5.
Os casos mais graves observados indicaram chuvas com PH 2,5.
O PH de uma chuva não-ácida é pouco menor que 6.

Água Potável





A Água é dos recursos naturais aquele que mais se gasta, polui e desperdiça.


Embora a água seja abundante no nosso planeta, só cerca de 2,5% da água natural é própria para consumo Humano, e desta só 0,74% é potável.


A água é vital para a nossa sobrevivência. O corpo humano, constituído por cerca de 70% de água, perde por dia, aproximadamente 2.5 litros, necessitando de repor em pequenas quantidades ao longo do dia essa perda, para evitar efeitos como a dificuldade de concentração, o cansaço ou outros mais graves.



Sendo a água um elemento insubstituível e fundamental à existência de vida na Terra e das mais diversas actividades humanas, qualquer tipo de poluição da água causada pela libertação directa ou indirecta de material tóxico nas linhas de água ou pela sua exploração intensiva constitui um grave risco para a saúde e bem-estar humano.

Água da Chuva





A Chuva é um fenómeno meteorológico que consiste na precipitação de água sobre a superfície da Terra. A chuva forma-se nas nuvens. Nem todas as chuvas atingem o solo, algumas evaporam-se enquanto estão ainda a cair.
A Água da Chuva é uma água destilada pela Natureza.

O que é a Água?




A água é um líquido incolor e inodoro.
A molécula de água é formada por dois átomos de hidrogénio e um de oxigénio - H2O.


A água pode apresentar-se nos três estados físicos: sólido, líquido e gasoso; essas diferentes fases de agregação molecular
dependem de condições ambientais, como pressão e temperatura.





Constituintes da água
A água é considerada solvente universal, a sua capacidade para dissolver outras substâncias é extraordinária. A água do mar contém pelo menos 40 tipos de metais diferentes; a água doce natural contém quase todos os elementos existentes na natureza e são esses sais minerais na verdade que nos tiram a sede e conferem sabor á água.


A Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica como potável uma água com teor mineral de até 500 mg por litro (mg/l).

Um pouco de História


Demócrito sugeriu que a água, como outras substâncias, era constituída por átomos, partículas demasiado pequenas para serem visíveis; enquanto Aristóteles afirmava que a água era uma das quatro substâncias básicas que compunham a matéria, juntamente com o ar, terra e o fogo.







Durante séculos, acreditava-se que a água fosse um elemento. Em 1781 o cientista inglês Cavendish conseguiu sintetizar água detonando hidrogénio e ar e provando, assim, que a água, de facto, consistia em elementos atómicos menores. Dois anos depois, o químico francês Lavoisier dividiu a água em hidrogénio e oxigénio. Descobriu que as massas combinadas de hidrogénio e oxigénio obtidas durante a experiência eram iguais à massa da água decomposta.



Experiência de Lavoisier






Lussac e von Humboldt mostraram em 1804 que ocorria consistentemente na água a relação de 2 hidrogénios para 1 oxigénio. Entretanto, foi só em 1871 que Canizzarro finalmente propôs a famosa fórmula molecular para a água: H2O.

Energia: Plano de Barragens em discussão pública




O Primeiro-Ministro apresentou a proposta do Plano Nacional de Barragens, que estará à discussão pública durante um mês, e que prevê a construção de dez barragens até 2020. José Sócrates disse que Portugal não pode «continuar a desaproveitar o seu potencial hídrico» para produção de energia, pois «isso coloca em causa a nossa autonomia e torna o país mais vulnerável perante o exterior em termos energéticos»: «Precisamos de assegurar que, a médio e longo prazo, Portugal seja mais livre e uma nação menos dependente», frisou. Ao mesmo tempo, «Portugal precisa de cumprir os seus compromissos internacionais em matéria de redução de emissões e de aposta nas energias renováveis, em que se encontra já no pelotão da frente da União Europeia», disse ainda o PM. O plano «resulta, pela primeira vez, de uma avaliação ambiental estratégica» e «inaugura uma nova fase ao nível do planeamento hídrico», referi, acrescentando que «a nossa aposta na energia eólica só faz sentido se for considerada como um complemento da aposta no aproveitamento dos recursos hídricos». Ao mesmo tempo, o plano «representa acção, decisão e visão de médio e longo prazo. Mostra que Portugal quer aproveitar o seu potencial hidroeléctrico», disse também Sócrates. O objectivo para 2020 é alcançar uma produção de 7000 Megawatts de energia, o que representa 70% do potencial hídrico português. A concretização do Programa Nacional de Barragens prevê um investimento total de aproximadamente 1,1 milhões de euros.
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